Nome Popular: Biguá
Nome Científico: Phalacrocorax brasilianus
Classe: Aves
Ordem: Pelicaniformes
Família: Phalacrocoracidae
Características: Vivem em bandos, que quando voam formando sua forma tradicional de “V”. Alimentam-se de peixes e crustáceos que capturam em seus mergulhos extremamente habilidosos. Fazem seus ninhos ao longo dos manguezais e florestas próximas a rios e lagunas. No Rio de Janeiro, excepcionalmente também nidificam em ilhas próximas da costa. Põem em média dois ovos, e a incubação leva em torno de vinte e quatro dias.Suas penas não são impermeáveis, como a dos patos e atobás, por isso descansam ao sol depois dos mergulhos, com as asas abertas. Seus principais predadores são ocasionalmente tubarões e aves de rapina.
Distribuição Geográfica: Do México a América do Sul. Habitam todo o litoral brasileira, inclusive regiões interiores como o Pantanal e a Amazônia. Também ocorrem em regiões da Argentina e em alguns trechos da costa pacífica da América Latina.
Estado de Conservação: Não é uma espécie ameaçada em virtude da ampla área em que estão distribuídas, no entanto a poluição tanto em derramamentos de óleo, como as toxinas que ingerem de peixes em águas contaminadas (por exemplo, Baía de Guanabara) são seus principais problemas.Também são comuns acidentes com embarcações, redes de pesca, fios e linhas de pipa. Outro fator que também colabora para o declínio de algumas populações é desmatamento em algumas ilhas e mangue, onde antes eram pontos de nidificação dos biguás.
Comentários Gerais: Para pescadores mais antigos os biguás representam o sinal das águas. Os biguás também, ao contrário de outras espécies não instigam tanto a ira dos pescadores, uma vez que consomem peixes pequenos de pouco valor comercial. Na China pescadores treinam biguás para pescarem peixes e entregarem nos barcos.
VoltarCopyright 2007 - Zoonit - Fundação Jardim Zoológico de Niterói. Todos os direitos reservados.
Criação e Conteúdo Técnico-científico: Roched Seba| Webdesign: Davi Hoelz